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• Friday, August 20th, 2010

O Movimento FAC de 2 GUMES, criado recentemente pela classe artística do DF, convida toda a imprensa para a coletiva a ser realizada no auditório da CUT, segunda-feira, às 13h. O release segue no corpo do email. Favor confirmar presença por email ou pelo telefone (61) 3536-9800

Att, Assessoria de Imprensa
Movimento FAC de 2 GUMES

COLETIVA DE IMPRENSA

Movimento FAC DE 2 GUMES

Data: 23/08/2010

Horário: 13h

Local: Auditório da CUT

Informações: Jeff Motta

(61)8432-3113

*Conteúdo bloqueado até 23/08

PEGA MAS NÃO PAGA

GDF aplica calote no FAC

Em julho deste ano a classe artística do DF foi pega de surpresa por uma publicação do Diário Oficial excluindo 103 projetos culturais já aprovados pelo Conselho de Cultura do Fundo de Apoio a Cultura – FAC. A Secretaria de Cultura alega ter pouco mais de R$ 26 milhões para pagar os projetos sendo que a verba destinada originalmente para 2010 era de R$ 35 milhões, 0,3% da receita corrente líquida do Distrito Federal.

A questão é que o montante poderia ter chegado a R$ 43 milhões caso o GDF devolvesse o “empréstimo” pedido ao FAC, em 2009. O furo nas contas do Fundo de Apoio à Cultura de 2010 foi agravado pelo calote quando o GDF retirou R$ 8 milhões de reais do orçamento do fundo com a promessa de devolver no orçamento deste ano, o que não aconteceu até o momento.

No total, foram aprovados R$ 39 milhões em projetos. A Secretaria de Cultura justificou que mais de R$ 8 milhões da verba destinada para 2010 foram usados para pagar projetos apresentados no edital de 2009. Além disso, R$ 2,6 milhões foram contingenciados pela Secretaria de Fazenda.

Para solucionar a crise na cultura a classe artística vai mobilizar a sociedade civil organizada, os deputados distritais e o GDF para ter de volta, pelo menos, os R$ 10 milhões devidos e empenhar o restante para pagamento. O grupo pretende agendar reuniões com o Tribunal de Contas do DF e o Ministério Público para questionar a legalidade do contigenciamento e do calote da verba prevista no artigo 246, da Lei Orgânica do DF.

O flagrante desrespeito à cultura pelas autoridades que cuidam do dinheiro dos impostos dos cidadãos brasilienses contrasta com discursos recentes do governador Rogério Rosso sobre a importância de fomentar o mercado cultural no DF.

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• Tuesday, August 10th, 2010

Revista Piauí

Revista Bravo!

Ministério da Cultura

Secretaria de Cultura do DF

Produtor Independente – Alê Barreto

Marina Mara

Soma Cultural

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• Tuesday, August 10th, 2010

Tá afim de se capacitar na área cultural? Então dê uma olhada nas dicas para  produtores (e futuros produtores) do Brasil. A fonte é o blog do produtor independente Alê Barreto .

Livros

 

 

Graduação

 

 

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• Tuesday, August 10th, 2010

Saiba a data de todos os eventos de nosso calendário cultural!

Apresentações Regulares

Jogo de Cena, informações: (61) 3201 9280. Espaço para ser utilizado pela produção artística e cultural local e apreciado pelo público brasiliense. Ele oferece infra-estrutura básica a quem participa e permite a realização simultânea de cenas com técnicas e linguagens diversas, uma vez por mês. Além disso, a platéia participa através dos jogos propostos pela produção do programa.

Concertos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, rea­lização Orquestra Sinfônica do Teatro, te­lefone: (61) 3325 6171      . Todas as terças a orquestra realiza concertos, sempre às 20h na Sala Villa-Lobos, entrada franca. 

Janeiro

Aniversário do Lago Norte, 10 de ja­neiro, Administração Regional do Lago Norte, telefone: (61) 3468 1930. 

Curso Internacional de Verão da EMB, realização Escola de Música de Brasília, telefone: (61) 3321 8300      . Aulas, ofici­nas, ensaios e espetáculos acontecem, envolvendo músicos vindos de diversas regiões do Brasil e do exterior. 

Corrida dos Reis, realização Secretaria de Esporte do DF, telefone: (61) 3248 0708. A primeira prova ocorreu no dia 6 de janeiro de 1971. O percurso é largan­do do estacionamento do Estádio Mané Garrincha, passando pela Esplanada dos Ministérios, pela Câmara dos Deputados e voltando ao ponto de partida.

Fevereiro

Aniversário da Santa Maria, dia 10, Administração Regional da Santa Maria, telefone: (61) 3393 1555.

Março

Aniversário do Riacho Fundo, dia 13, Administração Regional do Riacho Fun­do, telefone: (61) 3399 2130. 

Aniversário da Ceilândia, dia 27, Ad­ministração Regional da Ceilândia, tele­fone: (61) 3372 1212. 

Encontro de Folia de Reis, coordenado pelo Clube do Violeiro Caipira de Brasí­lia, telefone: (61) 3348 7836. O evento é realizado no Parque de Exposições da Granja do Torto. É uma das maiores ce­lebrações da cultura e da religiosidade popular. A Folia de Reis é uma tradição de origem portuguesa, trazida pelos Padres Jesuítas, que ganhou força espe­cialmente no séc. XIX.

Exposição Agropecuária da Gran­ja do Torto, realização Secretaria de Agricultura do DF, telefone: (61), 3348 7801, evento tradicional de Brasília res­ponsável pela movimentação do setor agropecuário da região, acontece leilões agropecuários, e uma vasta programa­ção de shows populares.

Abril

Via Sacra Planaltina, telefone: (61) 3389 224. O Morro da Capelinha tem uma grande visitação diária, de onde se pode ver a cidade de Planaltina, o Vale do Amanhecer e a região. Todo ano, na sexta-feira santa, realiza-se uma das maiores vias-sacras do país, com 30 anos de tradição, sendo vista aproxima­damente por 150 mil pessoas e inter­pretada por 1.250 atores. 

Aniversário de Brasília, dia 21, Secre­taria de Turismo, telefone:(61) 3429 7627      .

Maio

Aniversário do Guará, dia 5, Adminis­tração Regional de Guará, telefone: (61) 3382 3344. 

Aniversário de Sobradinho, dia 13, Administração Regional de Sobradinho, telefone: (61) 3591 1865.

Festa do Divino Espírito Santo, Pla­naltina, telefone: (61) 3389 4412. Uma das festas religiosas mais populares do Brasil. A Festa do Divino representa o encontro dos apóstolos 50 dias depois da Páscoa. A festa do divino Espírito Santo sempre começa a ser organizada no Dia de Pentecostes do ano anterior, quando a missa de domingo é celebra­da, o padre já anuncia os imperadores e foliões de rua para o ano seguinte.

Circuito de Quadrilhas Juninas – de maio a agosto em todo o Distrito Federal.

Junho

Aniversário de Taguatinga, dia 5, Ad­ministração Regional de Taguatinga, te­lefone: (61) 3351 4488. 

Aniversário de Brazlândia, dia 5, Ad­ministração Regional de Brazlândia, te­lefone: (61) 3391 1137. 

Aniversário de São Sebastião, dia 25, Administração de São Sebastião, telefo­ne: (61) 3335 1065. 

Expotchê, realização Rome Feiras e Promoções, telefone: (61) 3225 0161. Além das atrações culturais, dos produ­tos e serviços, a expotchê traz todos os anos para Brasília ambientações temá­ticas para o visitante da feira conhecer um pouco mais da cultura do Rio Gran­de do Sul.

Julho

Festival Internacional de Inverno, realização Departamento de Música da UnB, telefone: (61) 3307 2335. Aulas, oficinas, ensaios e espetáculos acontecem diariamente, envolvendo músicos vindos de diversas regiões do Brasil e do exterior. 

Porão do Rock, festival que reúne ban­das de rock brasileiras e internacional.

Seminário Internacional de Dança, realização a Associação Cultural Clau­dio, telefone: (61) 3226 6662. Coorde­nado por Gisèle Santoro. O Seminário é dedicado à dança, cuja finalidade é o aperfeiçoamento do bailarino brasileiro possibilitando carreira internacional. 

Aniversário do Recanto das Emas, dia 28, Administração do Recanto das Emas, telefone: (61) 3334 1100.

Agosto

Aniversário de Planaltina, dia 9, Ad­ministração Regional de Planaltina, tele­fone: (61) 3389 2643      . 

Aniversário do Lago Sul, dia 30, Ad­ministração Regional do Lago Sul, tele­fone: (61) 3364 3246. 

Concurso Regional de Quadrilhas, realização Sesi e Rede Globo, telefone: (61) 3362 3878      . O concurso acontece anualmente, com premiação para as dez primeiras colocadas, sempre um espetáculo de dança, música e muita alegria, além de comida típica junina no Sesi de Taguatinga. 

Festa do Morango de Brazlândia, realização Administração Regional de Brazlândia, telefone: (61) 3391 1137. O evento tem o objetivo de valorizar a produção da região e apresenta a cultu­ra local com shows, parque de diversão e gincanas. Leva todo ano para cidade cerca de 50 mil turistas.

Setembro

Bienal Internacional de Poesia, rea­lização Biblioteca Nacional de Brasília, telefone: (61) 3325 6257. O evento nasceu com o intuito de reunir as novas tendências da poesia contemporânea brasileira e internacional escrita, falada, cantada, performática, digitalizada e vi­sualizada. 

Cena Contemporânea, realização Cena Promoções Culturais, telefone: (61) 3349 3937 , festival internacional de teatro, trazendo espetáculos inéditos no Brasil, com artistas que têm renova­do a cena teatral no mundo, o festival ocupa as principais salas de espetáculos de Brasília. 

Feira do Livro, realização da Câmara Brasileiro do Livro, telefone: (61) 3344 2674, reúne anualmente escritores e editores, em palestras, lançamentos, estandes e divulgação editorial; nos úl­timos anos, acontece no shopping Pátio Brasil.

Dia da Independência, 7 de setembro, realização Presidência da República, te­lefone: (61) 3411 4805. Desfile das tro­pas das Forças Armadas em comemora­ção da Independência do Brasil.

Outubro

Aniversário do Gama, 12 de outubro, Administração Regional de Gama, tele­fone: (61) 3556 1042. 

Aniversario do Paranoá, 25 de outu­bro, Administração Regional de Para­noá, telefone: (61) 3369 2646. 

Aniversário da Samambaia, 25 de outubro, Administração Regional da Sa­mambaia, telefone: (61) 3358 3753.

FAGAMA – Feira de Amostras do Gama, realização Administração do Gama, telefone: (61) 3348 9000. 

Foto Arte, realização Espaço Cultural Contemporâneo, telefone: (61) 3227 2027, este evento tem como objeti­vo investir na formação de público e na descoberta de novos talentos, esses objetivos são alcançados por meio do programa educacional, com workshops, seminários, lançamentos de catálogos, leituras de portfólios e visitas guiadas. 

Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira de Brasília e do Brasil, 12 de outubro, Catedral, telefone: (61) 3226 6521 (61) 3226 6521      .

Novembro

Aniversário do Cruzeiro, 30 de no­vembro, realização da Administração Regional do Cruzeiro, telefone: (61) 3363 1523 (61) 3363 1523      . 

Festival Internacional de Cinema, realização Academia de Tênis, telefo­ne: (61) 3316 6252 (61) 3316 6252, já em sua quinta edição, o FIC Brasília traz à cidade uma programação atualizada, com títulos inéditos e centenas de filmes numa pro­gramação incansável. 

Festival de Brasilia do Cinema Brasi­leiro, realização da Secretaria de Cultura do DF, telefone: (61) 3325 7777 , um dos mais tradicionais festivais brasileiro e o único voltado exclusivamente para o cinema nacional, com tradição, histórica e total interesse por parte da população da cidade. O FBCB foi criado em 1965 por estudantes da UnB, funcionários da então Fundação Cultural e intelectuais como Paulo Emílio Salles Gomes. Sua marca registrada é o Troféu Candango.

Dezembro

Aniversario do Núcleo Bandeirante, 19 de dezembro, Administração Regio­nal do Núcleo Bandeirante, telefone: (61) 3386 2333.

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• Tuesday, August 10th, 2010

Veja aqui a lista completa das instituições culturais do DF.

Aliança Francesa, SEPS 708/907, lote A, CEP: 70390-079, telefone: (61) 3242 7500, biblioteca, auditório, galeria e vídeo-clube, site: www.afbrasilia.org.br.

 Arquivo Público do DF, SAP, lote B, bloco 41, Novacap, telefone: (61) 3361 1454, CEP: 71215-000. A história do DF em documentos, fotos, filmes. informações no site: www.arpdf.df.gov.br

Casa de Cultura do Guará, Área Especial do Cave (atrás da Feira do Guará), telefone: (61) 3567 9682      . O Guará, satélite que tem uma das maiores feiras do DF, inaugurada em 1983, tem a sua Casa de Cultura, com espaço para biblioteca, oficinas e cursos, exposições e shows. 

 Casa Thomas Jefferson, SEPS, 706/906 conj. B, Asa Sul, CEP: 70390-065, telefone: (61) 3443 6588, fundada em 1963, é uma das principais instituições de ensino da língua inglesa em Brasília, vinculada ao governo norte-americano. O espaço, com uma curiosa arquitetura, tem auditório para 200 lugares com excelente programação musical, biblioteca especializada, galeria com exposições temporárias e as pautas estão abertas a solicitações. Uma tradição são as Sextas Musicais, sempre divulgadas com antecedência e com variada programação, além das mostras de filmes. 

 Centro de Convenções Ulysses Guimarães, situado no Setor de Difusão Cultural, Eixo Monumental Oeste, com um pavilhão para feiras, três auditórios, duas salas de teatro e várias salas de apoio, informações pelo (61) 3429 7661   ou  3325 5760. O Centro de Convenções é projeto do arquiteto Sérgio Bernardes (1919-2002). A forma arquitetônica era semelhante a uma ampulheta deitada, sua construção teve início em 1973 e destinava-se inicialmente a ser um Espaço Cultural. Em 1978, foi inaugurado, abrigando inclusive o teatro Aloysio Batata, conduzido pelo então Serviço Nacional de Teatro. Logo se percebeu sua funcionalidade como espaço para feiras, convenções, seminários e congressos. Em 1979, reuniu participantes do Congresso Brasileiro de Cardiologia, com uma audiência de cerca de três mil pessoas. Em dez anos (1979-1989), o Centro de Convenções de Brasília sediou cerca de 587 eventos. A apuração das primeiras eleições diretas realizadas depois do regime militar se realizaram ali. Sérgio Bernardes acabaria colaborando num novo redimensionamento arquitetônico do Centro. Em novembro de 1992, o Centro passou a se chamar Ulysses Guimarães, em homenagem ao político falecido em outubro daquele ano. A reforma e novas obras foram retomadas em 2003. Em 25 de abril de 2005, a Ala Sul foi inaugurada e em setembro do mesmo ano a Ala Norte. Em maio de 2005, na retomada de seus eventos, sediou a Cúpula América do Sul-Países Árabes. A área total do Centro de Convenções é de 57.000m², contando com três auditórios de 1.400 assentos, dois teatros de 500 lugares cada, 5.200m² para exposições e estacionamento para 800 veículos. A área contínua de exposição é de 35.000m². Pode receber confortavelmente 9,4 mil pessoas simultaneamente, sendo o maior do país. Os aspectos de acessibilidade foram respeitados, com rampas de acesso, telefones, elevadores e poltronas anatômica em diversos tamanhos. Shows e concertos podem ser programados numa sala com capacidade para mil pessoas. O Centro conta ainda com dois restaurantes, salas auxiliares, lanchonetes, camarins, salas para imprensa e autoridades. 

 Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB, Setor de Clubes Esportivo Sul, trecho 2, conjunto 22, CEP: 70200-002, telefone: (61) 3310 7087, site: www.bb.com.br/cultura. Criado em 2000, sendo o terceiro dos centros culturais abertos pelo Banco do Brasil, em prédio desenhado por Oscar Niemeyer, ocupando parte do prédio do Centro de Formação do BB, mas com vida já independente e identidade própria. O CCBB trouxe também uma outra dinâmica para a vida cultural brasiliense, através de excelente programação, aberto às mais diversas manifestações, inovando em seu rigor nos critérios de escolha e atendimento ao público. Seus critérios de avaliação de projetos incluem o ineditismo, a inovação, a relevância cultural, a multidisciplinariedade e a brasilidade, daí a presença de curadores de renome, de festivais da maior importância para a música, o teatro, as artes visuais e o cinema no Brasil, teatro de 309 lugares, cinema e galeria com dois andares.

 Centro Cultural de Brasília, Av L2 Norte, Q 601, módulo B, CEP: 70830-010, site www.ccbnet.org, telefone: (61) 3426 0400. Teatro e auditório. Ligado à Escola dos Jesuítas. 

Centro Cultural Rubem Valentim, Área Escolar C, lote 6, Cruzeiro Velho, telefone: (61) 3363 1521. Tem uma biblioteca com acervo de dez mil obras, galeria de arte, hall de exposições, laboratório fotográfico e salão de festas. Homenageia um dos mais refinados artistas brasileiros, que morou alguns anos em Brasília. 

Centro Cultural Sesi, QNF 24, Área Especial, Taguatinga Norte, CEP: 72125.740, telefone: (61) 3354 4040. Integrado pelo Cine Teatro Yara Amaral, uma sala de exposições dotada de sistema de iluminação de teto com trilhos eletrificados e sistema de segurança de circuito fechado, para exposições individuais e coletivas, lançamentos e performances, duas salas multiuso (uma para música e outra para teatro), foyer e café do teatro, também para lançamentos, coquetéis e performances. O Teatro do Sesi foi criado na década de 70, quando se destacou o trabalho teatral da diretora e escritora Sylvia Orthoff. Em maio de 2001, foi reinaugurado, depois de reforma radical, com um projeto arquitetônico interativo, reformando o antigo teatro, criando foyer integrado à sala de exposições, café e duas salas multiuso. Tem como programação permanente cursos de teatro, artes plásticas, música, dança e pequena biblioteca. Mantém programação teatral, musical, de artes visuais e exibição de filmes, além da realização de seminários, mostras e festivais, incluindo concertos sinfônicos e o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. 

 Complexo Cultural Funarte, Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, lote 2, CEP: 70070-350, telefone: (61) 3223 2441 e 3226 9228, site: www.funarte.gov.br. Fundação Nacional de Arte, Sala Funarte Cássia Eller (música), Galeria Fayga Ostrower (artes plásticas), Teatro Plínio Marcos (artes cênicas), Galpão Robson Graia (artes cênicas), Sala Klauss Vianna (Dança) e Galeria Marquise. Os editais são semestrais, obtidos no site ou no próprio Complexo Cultural Funarte e as pautas são orientadas por regulamento. 

 Complexo Cultural do Ministério da Cultura, Esplanada dos Ministérios, bloco B, 3º andar, CEP: 70068-900, telefone: (61) 3316 2000, site: www.minc.gov.br. Com loja de livros e catálogos publicados pelo Minc, acervo de CDs, vídeo e acesso a computadores; Sala de Vídeo Paulo Emílio e Sala Guimarães Rosa, com auditório e cinema para 93 lugares e foyer para exposições. 

Caixa Cultural, visitação de terça a domingo, de 9h às 18h, visitas monitoradas pelo telefone: (61) 3414 9450 , site: www.caixa.gov.br, SBS, quadra 4, lote 3/4 CEP: 70092-900. Inaugurado em 1980, ocupa edifício próprio, com teatro reformado e galerias ampliadas, de padrão internacional, tendo se tornado uma das principais instituições de eventos e programação cultural de Brasília, depois de sua reforma e reinauguração em março de 2002. Seu edital anual de ocupação está disponível no site, teatro de 381 lugares, galerias e Átrio dos Vitrais (ao lado, no edifício matriz da Caixa). Em 2001, o espaço foi redefinido, com a ampliação do teatro, das galerias (climatizadas e com padrão internacional) e desde então tem programação intensa, com uma média semanal de 31,6 mil visitantes.

Conjunto Cultural da República, projeto de Oscar Niemeyer para conclusão dos setores culturais Norte e Sul, no Eixo Monumental. 

 Cultura Inglesa, SEPS 709/908, conjunto B, CEP: 70380-089, telefone: (61) 3244 5650. Biblioteca e auditório com 160 lugares onde funciona o Cine Cultura Inglesa, Projeto de Elvin Mackay Dubugras e inaugurada em 1975, a Cultura Inglesa tem parte de seu pavimento térreo semi-enterrado. Pela entrada principal, chega-se ao hall, com pé-direito duplo, que dá acesso às salas, biblioteca, área administrativa e pátio interno, onde se cnontra uma escultura em aço de Jaime Golubov. O conjunto se completa ainda com uma sala de exposições. 

 Espaço Cultural Anatel, SAS quadra 6, bloco C, CEP: 70313.900, telefone: (61) 3212 2439, site: www.anatel.gov.br. Inaugurado em 1999, o Espa­ço Cultural Anatel, o único localizado no Setor de Autarquias Sul, tem um foyer-galeria de 700m², au­ditório para 220 lugares com palco de 80m² (4,9 de largura e pé direito de 3,4m, com pé direito de 2,3m; há varas de luz e 11 spots para iluminação do palco) e mezanino para realização de exposições e coquetéis, a pauta deve ser solicitada com apresen­tação do projeto, o palco tem 11 spots para luz. 

 Espaço Cultural 508 Sul, CRS 508, bloco A, CEP: 70351-580, telefone:   (61) 3244 0411 . Com as salas Multiuso, Marco Antônio Guimarães, Teatro Galpão e Teatro de Bolso, Praça Central, além das galerias Rubem Valentim, Parangolé e Darlan Rosa, Biblioteca de Artes Ethel Dornas, gibiteca e Galpão das Artes, para oficinas. O Teatro Galpão tem tradição na vida cultural e foi inaugurado na década de 70. Companhias de teatro e dança ensaiam seus espetáculos na 508 Sul. 

As origens do Espaço – O Espaço Cultural 508 Sul passou a existir com a inauguração do complexo arquitetônico em 13 de setembro de 1993. Está situado no meio da Asa Sul, numa das quadras que, junto com as 107/108, 507 e 707/708 Sul, formam o quadrilátero da primeira Unidade de Vizinhança, prevista no Plano Piloto do arquteto-urbanista Lucio Costa. O primeiro edifício que deu origem ao complexo cultural que foi se fixando na década de 70 situava-se num setor destinado ao comércio, com galpões de estocagem de materiais de um lado, pela W2 e área de comércio, atendimento e administração voltada para a W3.Neste período, a sede da Fundação Cultural do Distrito Federal (FCDF) era em um dos galpões da 508 Sul. Com a ocupação dos galpões da 508 por alguns artistas e assessores da FCDF, então sob a direção de Ruy Pereira da Silva, tem início a história do espaço. A FCDF lutou junto à prefeitura do Distrito Federal para incorporar parte do bloco A da 508, que então funcionava como seção da Secretaria de Finanças. Nesse espaço, voltado para a W3, foram instaladas as primeiras galerias, em 1973 com uma exposição do arquiteto japonês de renome internacional Kenzo Tange. Depois, virão as galerias B e C e alguns atores começam a ensaiar nessas dependências nas horas vagas. Alguns notam que o galpão da esquina seria ideal para um centro de oficinas e laboratórios. Importantes exposições passam a ser programadas na 508.Em 1975, quem toma posse à frente da Secretaria de Educação e Cultura é o diplomata Wladimir Murtinho, imediatamente entusiasmado com o projeto da 508 Sul.Naquele mesmo ano, uma outra novidade vem marcar esse início da ebulição cultural na cidade: a instalação de uma construção em forma geodésica, que passa a ser chamada de Balão de Ensaio.O Balão, concebido pelo arquiteto Sérgio Prado, com oito metros de diâmetro, destinava-se especialmente à dança e à música, mas também serviu como palco para espetáculos de teatro de bonecos e ponto de encontro de artistas plásticos e dos primeiros músicos de rock da cidade. 

 O  Galpão

Em junho de 1975, é inaugurado o Teatro Galpão. Projetado por um arquiteto da UnB, é erguido com material de sobra das obras do GDF.À inauguração do Teatro Galpão, sucede-se a criação do Teatro Galpãozinho. Em pouco tempo, a 508 Sul torna-se de fato o centro cultural mais pulsante da vida em Brasília, com festivais, feiras, etc.

Experiências – Em 1977, outro desdobramento marcante para a 508 Sul é a implantação do Centro de Criatividade, que vai finalmente compor com os teatros Galpão e Galpãozinho e as galerias um centro cultural com programação ininterrupta. O projeto tem apoio da Unesco, dentro de uma política de “educação permanente através da arte”, abarcando a instrução, a informação e o lazer, e vai abrir frente para uma serie de oficinas de artes plásticas e teatro, contando com nomes de ponta.

 Mudanças – A 508 passa por momentos difíceis, até que em 1986 toda a comunidade mobiliza-se para a retomada. O arquiteto Antonio Eustáquio é chamado para repensar o espaço e propõe a fusão dos galpões e a abertura das paredes, possibilitando uma passagem da W2 para a W3.Em 1993, o Espaço Cultural 508 Sul é reinaugurado, depois de quase quatro anos em obras, com verba da fundação japonesa Mokiti Okada. Atualmente é composto de Teatro Galpão, Sala Multiuso, Sala Marco Antônio Guimarães, Teatro de Bolso, Galerias Parangolé, Rubem Valentim e Darlan Rosa, sala de vídeo, galpão destinado a oficinas, biblioteca de Artes, mezanino e espaço para laboratório e escritórios da administração.

 Espaços Culturais do Sesc, Unidade da 504 Sul com biblioteca, gibiteca, escola de dança e auditório para 98 lugares, telefone: (61) 3321 3788, Teatro Paulo Autran em Taguatinga Norte, CNB 12, AE 2/3 telefone: (61) 3451 9103, 3451 9104 e na 913 Sul, Teatro Garagem com 204 lugares, auditório multiuso (JK) para 230 lugares e mezanino, telefone: (61) 3346 3034.

 Espaço Cultural do STJ, (Superior Tribunal de Justiça), Setor de Administração Federal Sul, quadra 6, lote 1, prédio dos plenários, 2º andar, CEP: 70095-900, telefone: (61) 3319 8151      , 3319 8521, 3319 8460 e 3319 8583, e-mail: nucleo.cultura@stj.gov.br. Auditório e galeria de arte.

Espaços Culturais da UnB, Campus Universitário Darcy Ribeiro, telefone:  (61) 3307 2555 , na Diretoria de Esportes, Arte e Cultura, site: www.unb.br. A Universidade de Brasília conta com os departamentos de Artes Plásticas, Artes Cênicas, Letras e Música. O complexo da UnB tem Biblioteca Central, Editora, auditório Dois Candangos, teatro de arena para três mil pessoas, Centro Comunitário Athos Bulcão com palco, camarim, salas de apoio em tenda para 5.000 lugares, Anfiteatro 9 do ICC com 228 lugares para shows e debates, auditório do Departamento de Música, a Sala Saltimbancos, para os alunos de teatro do Instituto de Artes, um Complexo das Artes com duas salas de apresentação, e mais auditórios em vários departamentos. Conta ainda com as livrarias do Chico e da UnB na ala norte do ICC e com a Café com Letras em frente ao Instituto de Artes.

Espaço Cultural do Incra, SBN, Ed. Pal. do Desenvolvimento, Térreo, Ala Norte, Brasília, telefone: (61) 3411 7676. Possui um rico acervo, em que retrata a história fundiária e da reforma agrária no Brasil. Neste espaço, estão expostos permanentemente mapas, fotografias, documentos, equipamentos de medição de área, mobiliário, publicações, vídeos e fotos. Inaugurado em 2002, o Espaço Cultural foi criado com o objetivo de dar visibilidade e preservar a história da autarquia no cenário nacional. A iniciativa contou com o apoio e colaboração do corpo funcional do Incra, ativos e aposentados, proporcionando à sociedade o acesso à documentação sobre o processo histórico da reforma agrária no Brasil e outros temas correlatos. O Espaço abriga uma sala multimídia para exposições de trabalhos artísticos e apresentações culturais, além de biblioteca, composta de livros e publicações relacionadas ao tema reforma agrária. 

Fundação Assis Chateaubriand, visitação de segunda a sexta das 8h às 12h e das 14h às 18h, Setor de Indústrias Gráficas, quadra 2, lote 340, telefone:  (61) 3321 1492      . Exposição permanente sobre a vida e obra de Assis Chateaubriand, o grande instaurador da imprensa, do rádio e da televisão no Brasil. Fundador dos Diários Associados, Chateaubriand é homenageado com uma estátua em frente à sede do Correio Braziliense. No acervo da Fundação, mais de 20 mil artigos escritos por Assis Chateaubriand e os discursos proferidos no Senado Federal, quando representou os estados da Paraíba e do Maranhão. Ainda na sede, a galeria Espaço Chatô. 

 Fundação Athos Bulcão, SAUN – Setor de Autar­quias Norte, quadra 1, bloco E, CEP: 70041-904, telefone: (61) 3322 7801 , site: www.fundathos.org.br, e-mail: fundathos@fundathos.org.br

Fundação Brasileira de Teatro, Setor de Diversões Sul, bloco C, nº 30/64, CEP: 70392-902, telefone: (61) 3321 1341       e 3321 0182, site: www.fadm.com.br e www.teatrodulcina.com.br. Instituição de ensino superior fundada pela atriz Dulcina de Moraes, com cursos de artes cênicas e artes plásticas, A Faculdade de Artes foi inaugurada em foto: 1981, um ano depois da inauguração do Teatro Dulcina.Fundação Cinememória, HIGS 703, bloco G, casa 73, CEP: 70331-707, telefone: (61) 3225 8680      . Preservação da memória cinematográfica de Brasília, dirigida pelo cineasta Vladimir Carvalho. 

Instituto Camões, Embaixada de Portugal, SES, Avenida das Nações, quadra 801, lote 2, CEP: 70402-900, telefone: (61) 3032 9635      , site: www.instituto-camoes.pt. Auditório, biblioteca e galeria. 

 Instituto Cervantes, SEPS 707/907, lote D, CEP: 70390-078, site: www.brasilia.cervantes.es, telefone: (61) 3242 0603. Centro dedicado ao ensino de Espanhol, fundado em 1975, vinculado à Embaixada da Espanha, via Agencia Española de Cooperacíon, auditório com 120 lugares e galeria para exposições, o horário de atendimento é de 9h às 17h, biblioteca Ángel Crespo, especializada em literatura de língua espanhola. 

 Instituto Histórico e Geográfico do DF, Via W4 Sul, SEPS 703/903, lt C, CEP: 70390-039, visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h, telefones: (61) 3226 7753, 3226 6871, e-mail: ihgdfg@terra.com.br. Foi criado em 3 de junho de 1964, exposição permanente sobre a história de Brasília, biblioteca, Foi erguido em 1964, com projeto arquitetônico de Milton Ramos e apresenta mostra fotográfica e objetos relativos ao período da construção de Brasília. Tem também uma biblioteca especializada, com revistas e jornais de época. 

Instituto Israel Pinheiro, SHIS, QI 29, lote A, Lago Sul, telefone: (61) 3367 2000. Um dos mais requisitados espaços para eventos em Brasília, tem uma área de 330.000m², cercada de verde e tranqüilidade, com dois auditórios de 330 e 200 lugares respectivamente, plenários, salas de reunião e 54 apartamentos para acomodar os participantes de seminários. 

 Secretaria de Estado de Cultura do DF, Anexo do Teatro Nacional Claudio Santoro, Via N-2, Setor Cultural Norte, SCTN, CEP: 70041-905, telefone: (61) 3325 6165               (61) 3325 6165      , site: www.sc.df.gov.br. Órgão responsável pela articulação e coordenação da política cultural do Governo do Distrito Federal. Tem como compromisso incentivar, apoiar e difundir a cultura, em todas as formas de manifestação, através de suas atividades, projetos, programas e eventos. A Secretaria é responsável pela administração do Teatro Nacional Claudio Santoro, do Espaço Cultural 508 Sul, do Cine Brasília, do Pólo de Cinema e Vídeo, da Concha Acústica, do Centro de Dança, da Biblioteca Pública da 512 Sul, de sete espaços museológicos públicos, da Rádio Cultura, do Fundo de Apoio à Cultura, da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, do Arquivo Público do DF e ainda de programas e projetos em todo o DF,

UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, SAS, quadra 5, lote 6, bloco H, 9º andar, telefone: (61) 2106 3500, site: www.unesco.org.br.

Universidade Holística Internacional, SMPW Quadra 08 Conjunto 02 Área Especial, CEP: 70001-970, telefone: (61) 3380 2239. Também conhecida como Cidade da Paz, pretende englobar atividades científicas, religiosas, místicas, artísticas e ecológicas. Situada no belo espaço preservado da antiga Granja do Ipê, na saída de Brasília.

 

Independentes

Açougue Cultural T – Bone, SCLN 312 Bl B Lj 27, CEP: 70765-520, telefone: (61) 3274 1665, site: www.t-bone.org.br. O Açougue Cultural T-Bone promove a Noite Cultural T-Bone, com várias apresentações por ano. Promove também os projetos Parada Cultural-Biblioteca Popular 24 horas, biblioteca popular nos pontos de ônibus da Asa Norte e Encontro com Escritores, bate-papo com escritores de renome nacional e apresentação musical todas as quintas.

 

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• Tuesday, August 10th, 2010

Anfiteatro do Jardim Botânico, SMDB conjunto 12, Lago Sul, CEP: 71680-120, telefone: (61) 3366 2141. Com capacidade para 2500 pessoas, ao ar livre.

Auditório da Aliança Francesa, SEPS 708 907, Lote A, Asa Sul, CEP: 70390-078, telefone: (61) 3262 7600. Coordenado pela Aliança Francesa de Brasília. 

Anfiteatro 9, Campus Universitário Darcy Ribeiro, telefone: (61) 3307 2555.  Capacidade para 228 pessoas, anfiteatro para apresentação de shows e debates. 

Academia Music Hall, Setor de Clubes Sul, Trecho 4, Lote 1B Parte A, telefone: (61) 3316 6161, site: www.academiaresort.com.br. A casa está situada no resort Academia de Tênis de Brasília, às margens do Lago Paranoá. Tem um auditório com plenária. 

Associação Recreativa Cultural Unidos dos Cruzeiro, ARUC, Área Especial 8, Cruzeiro Velho, CEP: 70640-000, Brasília, telefone: (61) 3361 1649. A ARUC foi declarada recentemente Patrimônio Cultural do DF, fundada em 1961, por cariocas, transferidos recentemente do Rio de Janeiro para a nova Capital, uma das primeiras providências da nova entidade foi a criação do Departamento de Escola de Samba. A quadra da ARUC passou a ser também uma referência em termos de shows, com a presença de grandes nomes do samba brasileiro.

Auditório da Casa Thomas Jefferson, SEPS 706/906, Asa Sul, CEP 70390-065, telefone: (61) 34436588. Programa concertos e recitais de músicos eruditos e de jazz da cidade, bem como de convidados brasileiros e internacionais, em apresentações com entrada franca. 

Auditório do Sesc 504 Sul, entrequadra 504/5 Sul, bloco A, Asa Sul, CEP: 70338-570, telefone: (61) 3217 9100 , site: www.sescdf.com.br. Horário de atendimento das 9h às 11h e das 13h às 17h. A unidade conta com teatro e galeria, com o nome de Espaço Cultural Ary Barroso e foi inaugurado em 25 de julho de 2003; o teatrinho tem lugar para 109 pessoas, tem um palco de 6,40 e 4,20 de profundidade e 3,20 de altura, com uma vara com 12 refletores e set de iluminação com 3 controles de dimmers; a pauta não tem data fixa para ser conseguida, para recitais de música e teatro com 98 lugares, realiza programação musical. 

Camping Show Brasília, Setor Militar Norte, SMN, Brasilia, telefone: (61) 9649-5452. Para grandes espetáculos ao ar livre. 

Centro de Convenções Ulysses Guimarães, SDC Setor de Divulgação Cultural, Eixo Monumental, Brasília, CEP: 70070-350, telefone: (61) 3325 6378. O Centro de Convenções Ulysses Guimarães CCUG – gerenciado pela Secretaria de Turismo do GDF-SETUR, foi projetado pelo arquiteto Sérgio Bernardes, reformado, ampliado recentemente. O Centro ocupa uma área total de 54.000m², com capacidade para receber 9,4 mil pessoas. Subdividido em alas, a Sul, climatizada, é destinada à montagem de exposições e feiras com 10.2000 m². A Ala Oeste, com um vão livre de 2.000m² no térreo e quatro auditórios, oferece múltiplas funções: teatro, cinema, entre outros. Na Ala Norte, há o Auditório Master, com capacidade para 3 mil pessoas, 13 salas moduláveis, área multiuso, camarins, sala VIP e sala de imprensa. Este auditório com três modelos de poltronas ergonômicas foi ainda adaptado para receber portadores de necessidades especiais (rampas, elevadores, telefones, sanitários, entre outros). Possui equipamento de som com tecnologia de ponta e cabeamento para instalação de áudio visual embutida. A Ala Norte dispõe ainda de sistema que potencializa os sinais de telefonia móvel, de ar condicionado central, com controle setorizado independente. 

Clube do Choro de Brasília, ao lado do Centro de Convenções, Setor de Divulgação Cultural, bloco G, Brasília, telefone: (61) 3327 0494. Informações sobre a Escola de Choro Raphael Rabello pelo telefone: (61) 3225 2761, site: www.clubedochoro.com.br. Fundado em 1978. A partir da década de 90, passa a ser um dos pontos vitais da música em Brasília, sempre com shows de quinta a domingo, Em 1998, Reco do Bandolim criou a Escola de Choro Raphael Rabello, hoje um produtivo celeiro de novos músicos. 

Concha Acústica, orla do Lago Paranoá, Setor de Hotéis de Turismo Norte, telefone: (61) 3325 6162. Inaugurada em 1969, com capacidade para 10 mil pessoas. Anfiteatro para apresentações de shows e espetáculos ao ar livre, 8 mil lugares. 

Espaço Brasil Telecom, situado no Brasília Alvorada Hotel, site: www.espacobrasiltelecom.com.br, telefone: ( 61) 3306 3041. Com intensa programação de música, teatro e cinema, além de outros eventos culturais.

Espaço Cultural BSB Musical, SCRN 712/713 Bloco D Lojas 42 e 48, Asa Norte, telefone: (61) 3340 4008 e 3273 6930. Com a utilização de um auditório com 150 assentos e do hall da sede da Academia BSB Musical, será possível realizar variações nas criações, atuações e dinâmicas artísticas. Bilheteria informatizada, camarim, equipamentos de som e luz. 

Casa do Cantador, QNN 32, Área Especial, Módulo G, Ceilândia Sul, CEP: 72220-320, telefone: (61) 3378 5067  e 3378 4891. Inaugurada em 9 de novembro de 1986, a Casa do Cantador é a sede do cantador repentista, do poeta cordelista, do coquista embolador e de artistas do improviso e da literatura de cordel, verdadeiros representantes da cultura popular. Teatro de arena, com 400 lugares, idealizado por Oscar Niemeyer e onde se realiza anualmente um festival nacional de repentistas vindos de todo o Brasil. Na biblioteca, muita literatura de cordel e especialmente os livretos que registram a chega do nordestino ao Centro-Oeste. 

Casa da Cultura, QE 23, Área Especial do CAVE, Guará II, CEP: 71900-025, telefone: (61) 3966 3377 e 3966 3300. Existe desde 1989. É considerada um pólo radiador da cultura local. Está vinculada à Administração Regional, é responsável pela promoção de shows, atividades culturais e eventos tradicionais da cidade, também promove cursos e oficinas. 

Casa de Cultura da Ceilândia, QNN 13 A/E, Ceilândia Norte, telefone: (61) 3373 3305. Fundado em 20 de Setembro de 1998, tendo em suas instalações a Biblioteca Pública de Ceilândia Carlos Drummond de Andrade, Divisão Regional de Cultura, Divisão Regional de Desporto, Lazer e Turismo e o Conselho Tutelar de Ceilândia, bem como disponibiliza de salas onde são realizadas oficinas de teatro, coral, capoeira, dança de rua (hip-hop) e pintura plástica.

Centro Comunitário Athos Bulcão, Campus da Universidade de Brasília, telefone: (61) 3307 2958. O Centro Comunitário possui uma área total de 4.033m², com cobertura de estrutura metálica e membrana tensionada (lonada) com área de 2.259m². Capacidade média para 2.500 pessoas sentadas e 4.500 em pé. Solicitação de pauta será feita por meio de formulário. 

Centro Cultural Itapoã, Gama, Praça 1, Setor Leste, Gama, CEP: 72400-000, telefone: (61) 3484 9921              (61) 3484 9921       e 3484 9931. Está vinculada à Administração Regional. O teatro tem capacidade para 400 lugares. 

Espaço Cena, SCLN 205 Bloco C loja 25, Brasília, telefone: (61) 3349 3937. 

Espaço Mosaico, SHGIN 714/715 Bloco D loja 16, telefone: (61) 3032 1330. Para apresentações de teatro e música, exposições e oficinas com profissionais de artes cênicas, musicais e plásticas. 

ExpoBrasília, Pavilhão de Feiras e Exposição do Parque da Cidade, Parque da Cidade, telefone: (61) 3322 0024. Com estrutura metálica, sua área total é de 51.000m², pé-direito variando entre 6,5 a 9 metros, piso asfáltico com resistência a dez toneladas por metro quadrado. Dispõe de 24 saídas de emergência, serviço de informações, sanitários e telefones públicos, área para restaurantes, lanchonetes e distribuidor geral com 400 pares telefônicos. A rede elétrica é de 2.000 KVA na  subestação, e a distribuição em rede é de 1.400 KVA, com 220 volts e 60 ciclos. Possui área para feiras e exposições, com 37.900m² e espaço para montagem de aproximadamente 400 estandes-padrão com pontos de luz, água e telefone. Possuem também 37 boxes permanentes de alvenaria, medindo 95m² cada, com pé-direito de três metros, depósitos individuais com 8m², sanitários privativos e portões para carga e descarga. Com uma área total de 1.472m², o pavilhão tem capacidade para 1.500 pessoas, dispõem de um camarim com dez toucadores, banheiros e depósitos.Possui uma portaria de acesso público e um portão geral para carga e descarga, além de áreas internas ajardinadas, num total de 3.688m². O estacionamento principal tem capacidade para 4.500 veículos, com um estacionamento de apoio para 400. 

Parque de exposição da Granja do Torto, s/nº, Granja do Torto, telefone: (61) 3468 7191. Para eventos de grande porte, com 1.470.000m², estacionamento para 40.000 carros, espaços para show, praça de alimentação com 17.000m² de área, sanitários modernos, alojamento para 300 pessoas, salão para recepção e coquetéis, lanchonete, posto fiscal.S

Sala Funarte Cássia Eller, Eixo Monumental/Setor de Divulgação Cultural, lote 2, CEP: 70070-350, Brasília, telefone: (61) 3322 2025      . Programação também se encontra no site www.funarte.gov.br. Homenageia uma das principais vozes brasileiras, que começou sua carreira em Brasília, tendo se apresentado inclusive na própria Sala Funarte, que a homenageia na entrada com um painel de fotos de sua vida. Com capacidade para 214 lugares, é uma das salas mais aconchegantes para shows musicais e tem história na cidade, desde as primeiras apresentações de bandas de rock e teatro infantil nos anos 70. Com piso de carpete, tem um palco quase italiano com 7m de largura, 4m de profundidade por 4m de altura, com dois camarins atrás do pequeno palco. A sala tem 20 refletores de alumínio par 64 1000w, nove projetores plano convexo de 1000w telem, 13 projetores plano convexo de 500w, 1 mesa digital event com 24 jands e 9 elipsoidal de 100w. A sonorização é composta de 16 caixas de função específica, amplificadores, 1processador/divisor de freqüências, oito microfones Shure, 8 pedais, 1 mesa digital, 1 CD-player, 1 MD player, amplificadores para instrumentos, 1 bateria completa e 1 piano de cauda Yamaha. 

Sala Le Corbusier, SES, Avenida das Nações, quadra 801, lote 4, Asa Sul, telefone: (61) 3312 9205. Vinculada à Embaixada da França, em cujo edifício sede se encontra. Sala de cinema e vídeo com capacidade para 120 lugares, que também pode acolher uma apresentação teatral de pequeno porte ou um recital de piano. 

Sala Loyola, L2 Norte, quadra 601, Bloco B, Asa Norte, telefone: (61) 3426 0400      e 3426 0431, site: www.ccbnet.org.br, e-mail: eventos@ccbnet.org.br. Integrante do Centro Cultural de Brasília, a Sala Loyola tem 220 lugares e a pauta pode ser negociada a qualquer tempo.

Sala Marco Antônio Guimarães do Espaço Cultural 508 Sul, CRS 508, bloco A, Asa Sul, CEP: 70351-580, telefone: (61) 3244 0411. Com 140 lugares e palco italiano para exibição de filmes e montagens de shows e teatro. A curvatura do teto se ajusta às corretas necessidades da acústica, permitindo uma projeção perfeita da voz de cantores e atores. Ideal para eventos, como o festival dos grupos de teatro de escolas.

Teatro de Arena da UnB, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, telefone: (61) 3307 2555. Capacidade para três mil pessoas, ao ar livre.

Teatro dos Bancários, EQS 314/315, projeção 1, Asa Sul, CEP: 70324-900, telefone: (61) 3346 9090, ramal 320 e 3245 7390, site: www.bancariosdf.com/cultura/teatro. Atendimento de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Foi criado em agosto de 1996 pelo Sindicato dos Bancários do DF, tem um edital anual, 474 lugares, o único espaço da cidade com palco em estilo elisabetano, projetado com apoio técnico do Centro de Artes Cênicas da Funarte, RJ. O palco tem 16×5m e 8×8m de proscênio, com uma área total de 146m². A iluminação possui 32 refletores, 4 varas de luz, dois microfones sem fio, mesa de 24 canais, 4 caixas acústicas, retorno e outros equipamentos de som e luz. No subsolo, dois camarins coletivos, dois individuais e um camarim de palco. O porão dispõe ainda de espaço para depósito, ferramentaria e acesso vertical ao palco, o edital é anual e projetos podem ser inscritos a qualquer momento (uma curiosidade é que ele que projetou a companhia brasiliense Os Melhores do Mundo, que por várias temporadas apresentou-se nos palcos do teatro). 

Teatro de Bolso da Companhia da Ilusão, SCRS 510 Bloco C, Entrada 18, Sobreloja, Asa Sul, telefone: (61) 3242 3544. O Teatro possui 40 lugares e realiza oficinas de interpretação e montagens.

Teatro de Bolso, QS 3 Lote 03 sala 108, Taguatinga, CEP 71953-900, telefone: (61) 3563 3424. Capacidade para 50 pessoas.

Teatro do Brasília Alvorada Hotel, SHTN trecho 1, lote 1B, Asa Norte, telefone: (61) 3424 7000. Com uma programação variada de shows, peças, auditório com 420 lugares, 4 camarins, cabines para projeção e tradução simultânea. 

Teatro da Caixa Cultural, SBS, quadra 4, lotes 3/4, Conjunto Cultural da Caixa, anexo ao edifício sede, Asa Sul, CEP: 70092-900, telefone: (61) 3206-9449/50      . Com lotação de 409 lugares, o teatro tem 12,42m de largura e 3,96 de altura, com uma profundidade de palco de 101,58m. A iluminação conta com mesa ETC Express 48/96 DMX, 12 dimmer dittel com 144 canais, 16 refletores fresnel, canhão e 30 refletores elipsoidais. O som é equipado com mesa de som Ciclotron CM 32.8 SE com 32 canais, 2 caixas de som graves, 2 dmédias e 1 de som central, além de 2 caixas nas laterais da platéia, pedestais para microfones, gravador de CD e seis microfones. 

Teatro do CCBB, SCES, trecho 2, lote 22, telefone: (61) 3310 7087      . Com capacidade para 309 lugares, 7 disponíveis para cadeiras de rodas. O palco tem 8,90 de profundidade, 10,90m de boca-de-cena, 4,10 de pé direito, dois reguladores de boca de cena. A rotunda é em veludo com 20 metros de largura, as 5 bambolinas também são em veludo 100% algodão, o ciclorama é de 12,50m de largura e 4,10m de altura e o teatro possui ainda 22 varas cênicas e de iluminação de palco com 16 metros cada, para suporte de até 3.000k em cada um dos seus pontos de fixação no teto, dois camarins e uma portaria principal e duas secundárias. O equipamento de iluminação conta com 15 projetores elipsoidais telem om 701, 30 projetores plano-convexo, 30 fresnel, 12 para lâmpada par 64, 12 projetores de ciclorama, 6 gabinetes compactos de dimmers, 1 canhão, 3 varas de iluminação e 220 linhas de iluiminação cênica, distribuídas pelo piso e teto do teatro. 

Teatro do Colégio Marista, 615 Sul, Brasília, com 464 lugares. 

Teatro Caleidoscópio, CLSW 102, bloco C, Galeria, Setor Sudoeste, telefone: (61) 3344 0444. O Teatro Caleidoscópio é um espaço cultural, que tem apresentações de espetáculos teatrais, além de oferecer cursos e oficinas. A sala de espetáculos tem capacidade para 30 espectadores, climatizada e projetada com base nos ambientes japoneses. 

Teatro Dulcina, Setor de Diversões Sul, Edifício Conic, bloco C, loja 30/64, Asa Sul, CEP: 70392-902, telefone:  (61) 3321 1341       e 3321 0182, site: www.teatrodulcina.com.br. Fundado em 1983 pela atriz Dulcina de Moraes, é vinculado à Fundação Brasileira de Teatro. Foi inaugurado como discurso comovido pela própria Dulcina de Moraes, um dos maiores nomes do teatro brasileiro, e que deixou na cidade um acervo precioso que por si só corresponde a um memorial do teatro brasileiro. O Dulcina tem palco de 9m x 18m e 7 varas eletrificadas, tem mesa de luz analógica, refletores e um canhão. Tem uma mesa de som de 8 canais, 8 microfones, 4 caixas de retorno e amplificador. A platéia de 432 lugares, se divide entre 328 na parte inferior e 104 no balcão. A FBT também administra a Sala Conchita de Moraes. Suas temporadas atuais, de final de semestre dos alunos da FBT, têm sido momentos de ebulição na vida teatral da cidade. 

Teatro da Escola-Parque, EQS 307/308, Asa Sul, telefone: (61) 3242 0635  e 3342 0273. O horário de atendimento é das 8h às 18h, de segunda a sexta. O Teatro da Escola-Parque é vinculado à Secretaria de Educação e à Escola-Parque da 308 Sul, as pautas geralmente são solicitadas em janeiro por ofício ou carta, 573 lugares, o palco tem 12m x 3m e 80 x 10 de profundidade, com 3 varas de luz, os refletores são simples e há equipamento de som com CD e caixas no palco, 2 coxias e camarim no subsolo.

Teatro do Espaço Cultural Anatel, SAS quadra 6, bloco C, Asa Sul, CEP: 70313.900, telefone: (61) 3212 2439, site: www.anatel.gov.br. Mantém constante programação de teatro e música, auditório para 220 lugares com palco de 80m² (4,9 de largura e pé direito de 3,4m, com pé direito de 2,3m; há varas de luz e 11 spots para iluminação do palco), a pauta deve ser solicitada com apresentação do projeto, o palco tem 11 spots para luz. 

Teatro Galpão do Espaço Cultural 508 Sul, CRS 508, bloco A, CEP: 70351-580, telefone: (61) 3244 0411 . Surgiu em 1974. Existiam dois galpões que funcionavam como depósito. O arquiteto Mauro Bonde, da Universidade de Brasília, criou o espaço que foi construído em um mês. A primeira peça, especialmente montada para ocupar o teatro de arena, foi sucesso de público e crítica; ‘O Homem que Enganou o Diabo e ainda Pediu o Troco’, de Luiz Gutemberg, seria a primeira produção de teatro coletivo e independente a se fazer na cidade, com grande elenco de atores profissionais e amadores. A partir daí, uma seqüência de estréias revelou nomes de atores e diretores da cidade como Dácio Lima, Humberto Pedrancini, Hugo Rodas, Ricardo Torres, entre outros.

Teatro Garagem do Sesc, SEPS 713/913, bloco F, Asa Sul, CEP: 70390-135, telefone: (61) 3346 3034, site: www.sescdf.com.br. Foi reinaugurado em novembro de 2001, mas surgiu em meados dos anos 70, como espaço alternativo mais dinâmico para o teatro e a música brasilienses. O palco pode obedecer a vários formatos, pois trata-se de um teatro modular com medidas de 12m por 12m e capacidade para 300 lugares, tem toda a estrutura disponível para montagens e técnicos de som e luz. A mesa de controle computadorizada é padrão DMX 512, com 206 canais e 40 projetores. O som é feito com mesa Eurodsex MX 3282, equalizador e 4 caixas amplificadas. Programa anualmente o Festival de Teatro Candango. 

Teatro Goldoni, Entrequadra 208/209 Sul, bloco A, funciona na Casa D’Itália, Asa Sul, CEP: 70254-400, bilheteria: (61) 3244 3333, telefone: (61) 3443 1747              (61) 3443 1747       e 3443 0606, site: www.nac.org.br. Criado pela cenógrafa Maria Carmen de Souza, coordenadora do Núcleo de Arte e Cultura, o Goldoni tem 120 lugares, é teatro modular, atendimento no horário comercial. O espaço tem planta flexível, podendo transformar-se em italiano, arena, elizabetano; criado em novembro de 1998, tem sido um dos principais pontos de temporada para grupos locais, podendo incluir temporadas maiores que as de outros teatros, as pautas são cedidas mediante disponibilidade na data solicitada e aprovação do projeto do espetáculo pelo Comitê de Cultura da Casa d’Itália. Tem palco de 12m x 4,40m, com praticáveis de palco e platéia, uma mesa GCB analógica de 24 canais, e 4 dimmers de 4kv por canal. 

Teatro Levino de Alcântara, SGAS 602, Área Especial, Asa Sul, CEP: 70200-620, telefone: (61) 3321 8300. Pertence à Escola de Música de Brasília, com 600 lugares, programa concertos de seus alunos e professores. 

Teatro Nacional Claudio Santoro, No anexo, com entrada pela Via N-2, está sediada a Secretaria de Estado de Cultura do DF. Setor Cultural Norte, Asa Norte CEP: 70041-905, telefones: (61) 3325 6239 e 3325 6240. Dispõe de três salas de espetáculos e ainda de salas de ensaio para corais, dança e orquestra, galeria e do Espaço Dercy Gonçalves, no topo da pirâmide. As bilheterias funcionam das 12h às 20h. Oscar Niemeyer sempre se confessou um apaixonado pelas formas piramidais, especialmente pelas pirâmides que visitou no Egito. Quando o Plano Piloto de Lucio Costa sugeriu a criação de setores culturais e o próprio presidente Juscelino Kubitschek encomendou-lhe a concepção de um teatro que representasse a nova arquitetura do país, Oscar Niemeyer não teve dúvidas: pensou numa estrutura de forma piramidal. Para os mais informados, Oscar teria desenhado o Teatro Nacional numa folga de três noites de carnaval, em plena febre de construção dos principais palácios de Brasília. A pirâmide tem forma monolítica, uma das preferidas no vocabulário de Niemeyer, que desenhou outrosedifícios de impacto como os palácios da Alvorada e do Planalto e o Itamaraty. Para o especialista Roberto Segre, Niemeyer “criou um contraste entre o telúrico volume piramidal do Teatro Nacional e a suave coroa de espinhos que configura a Catedral, separados da verssalesca perspectiva sugerida pelos blocos dos ministérios, para atingir o clímax prospectivo no Congresso e na Praça dos Três Poderes. O engenheiro calculista do Teatro Nacional foi o carioca Bruno Contarini, o mesmo que executou os cálculos da Catedral e do Itamaraty, da Estação Rodoviária, da estrutura central da Universidade de Brasília e ainda da ponte Rio-Niterói. A estrutura do teatro ficou pronta no mesmo ano de inauguração da cidade, em 1960. Para um especialista em concreto na arquitetura, Augusto Carlos Vasconcelos, “é incrível que uma obra de tal complexidade tenha sido projetada e executada em tão curto prazo. Em qualquer país da Europa teriam exigido este prazo apenas para a execução dos cálculos estruturais”. São quatro os pilares que suportam a estrutura do edifício, apoiados em quatro vigas. “São estas linhas que definem o contorno do teatro construído pelas arestas do tronco de pirâmide que é a forma global da construção”, define ainda o especialista. Na obra, foram consumidos 16.000m² de concreto e cerca de 1.600 toneladas de aço de construção. Na concepção original, o edifício teria um teatro de ópera para 1.800 pessoas, uma outra sala para teatro com 800 lugares, uma de frente para a outra, separadas pelo palco apenas por uma parede removível. Mas acabou prevalecendo outra solução: as salas são separadas por uma parede fixa e parte da obra é semi-enterrada no solo. Os palcos estão a nove metros abaixo do nível térreo. Todo o tronco da pirâmide mede cerca de 130 metros de comprimento, com 80 metros de largura e uma altura que vai de uma profundidade de 26m e uma altura acima do térreo de 21m, correspondendo a cerca de 47 metros, como se fosse um edifício de 26 andares. Depois da estrutura pronta, Oscar Niemeyer encomendou ao artista plástico Athos Bulcão uma intervenção arquitetônica que seria definitiva para o perfil do teatro. Athos criou formas geométricas em relevos, com cinco variações. Athos lembra que “Oscar queria algo que desse aspecto sólido e a idéia foi resolvida com os alto-relevos”. Só em 1966 é que esses relevos foram feitos e Athos reconhece que essa preocupação geométrica e arquitetônica em Niemeyer sempre correspondeu ao que ele também pensava da nova arquitetura brasileira. Nos anos 60, o Teatro Nacional abrigou de tudo um pouco, como um espaço que ensaiasse, ainda que em sua estrutura inacabada, as possibilidades cênicas a que estaria destinado. Nada estranho que um espaço assim, numa cidade que precisava de seus espaços, fosse utilizado para exposições, festas carnavalescas, concursos de beleza, desfiles de moda. Só em 1966 a primeira sala é inaugurada oficialmente e começa a receber espetáculos de fora, especialmente do Rio e São Paulo, sendo batizada com o nome de um dos mais importantes autores de comédia do teatro nacional, Martins Pena. Em 1979, o teatro inteiro estava pronto, com a maior de suas salas recebendo o nome do grande compositor nacionalista e um dos maiores do século XX, Heitor Villa-Lobos. A uma pequena sala construída num dos cantos do foyer da Sala Villa-Lobos foi destinado a recitais de câmara, palestras, pequenos espetáculos e debates, a Alberto Nepomuceno, que recebeu o nome de um outro grande pioneiro da música erudita no Brasil.

Sala Villa-Lobos, bilheteria: (61) 3325 6240      . Homenageia o compositor Heitor Villa-Lobos. Tem um foyer e mezanino, com café e espaço para exposições, 1.307 lugares, palco de 450 metros quadrados, com 17 metros de abertura e 25 metros de profundidade, dois elevadores, camarote e sete camarins. No foyer, obras de Alfredo Ceschiatti, Marianne Peretti, Athos Bulcão e paisagismo de Burle Marx. 

Sala Martins Pena, bilheteria: (61) 3325 6110      . Homenagem ao comediógrafo carioca, tem 437 lugares na platéia, palco de 235m² com 12 metros de abertura e 15 de profundidade, elevador e 15 camarins. O corredor de acesso à sala, em declive e circular, é precedido de um foyer para exposições. Muitos diretores e atores consideram a SMP a melhor sala para montagens teatrais da cidade. 

Sala Alberto Nepomuceno, em homenagem ao compositor romântico cearense, toda em vermelho, a sala tem 95 lugares, palco de 14m² e camarim. Chega-se a ela pelo foyer da Sala Villa-Lobos. Ideal para pequenos recitais de música e teatro, palestras, lançamentos, filmes em 16mm e vídeos e encontros.

Teatro La Salle, SGAS 906, s/nº, conj. E, Asa Sul, telefone: (61) 3443 7878. 

Teatro Pedro Calmon, SMU, QG, bloco J, 2º piso, Setor Militar Urbano, telefone: (61) 3415 6862  e 3415 4181. Ligado à Prefeitura Militar de Brasília, tem capacidade para 1.180 pessoas. 

Teatro Plínio Marcos, vinculado ao Complexo Cultural Funarte. Eixo Monumental Setor de Divulgação Cultural, Lote II (entre a Torre de TV e o Clube do Choro), Brasília, CEP: 70070-350, telefones: (61) 3322 2076       e 3223 2025. Por muitos anos conhecido como Casa do Teatro Amador, o teatro foi reformado em 30 de setembro de 2003, o palco no estilo semi-arena, com piso de madeira, tem medidas de 14m de profundidade por 27m de largura, a boca de cena tem 21m de largura por 6,5m de altura; por suas peculiaridades, quase uma arena, tem coxias laterais pela direita, esquerda e fundo, possui um ciclorama e rotunda dupla face, dois camarins para 20 ocupantes e sala de montagem de cenário. A mesa de controle de iluminação digital conta com 48/96 canais, 55 refletores de alumínio par 64 de 1000w, 50 projetores plano convexo e 400 projetores elipsoidais, além de 2 canhões seguidores de 1700w. Possui dois camarins coletivos e uma sala para dança com piso de madeira, espelho e barras de alumínio. A capacidade é de 517 lugares, a sala tem piso de carpete. Nas últimas temporadas, tem abrigado festivais de teatro e eventos musicais de expressão como o Projeto Pixinguinha.

Teatro da Praça, C1, Área Especial, Taguatinga Centro, CEP: 72000-000, telefone: (61) 3352 0576              (61) 3352 0576      . O Teatro da Praça foi inaugurado em 1996 e através de um convênio feito entre a Administração Regional de Taguatinga e a Fundação Cultural do DF. O Teatro da Praça é ligado à Administração de Taguatinga, com capacidade para 282 lugares, programação de teatro, dança e cinema. 

Teatro de Sobradinho, quadra 12, Área Especial n.º 4, Sobradinho, CEP: 73010-120, telefone: (61) 3591 1133      . Capacidade para 300 lugares. 

Teatro Ulysses Guimarães, Faculdade UNIP (Universidade Paulista), SGAS 913, conjunto B, Asa Sul, CEP: 70390-150, telefone: (61) 3345 9221. 

Teatro Yara Amaral, QNF, Área Especial, Taguatinga Norte, Centro Cultural Sesi, telefone: (61) 3354 4040, site www.df.sesi.org.br. Homenageia uma das principais atrizes do teatro e da televisão, para espetáculos de teatro, dança, música, cinema e vídeo, com 478 lugares, O Cine-Teatro Yara Amaral tem 478 lugares, divididos entre 400 na platéia inferior e 78 no balcão. As poltronas são numeradas, há acesso e local próprio para deficientes, iluminação com controle de intensidade e opção de combine de som na platéia inferior. O palco italiano tem dimensões de 20m de largura por 7,40m de profundidade e 11m de altura. O proscênio tem 11m de largura por 2,50 de profundidade. A boca de cena tem 5,50m de altura e 12m de largura, com reguladores. Entre os recursos do teatro, estão porão com 2,20m de altura, 26 varas contra-pesadas para cenário, varandas de manobra e carga, quatro camarins e um hall de camarins para recepção do público. O equipamento sonoro é completo, assim como o de iluminação. 

Teatro Mapa’ti, SHCGN 707, bloco K, casa 5, telefone: (61) 3347 3920      , CEP: 70740-741, site: www.mapati.com.br. Capacidade para 80 a 250 pessoas (teatro modular), fundado pela atriz Teresa Padilha, também com programação itinerante. O Teatro Mapa’ti tem constante programação de teatro infantil e cursos de teatro, especialmente para crianças e adolescentes. 

Teatro Oficina do Perdiz, SCRN 708/709, bloco D, lotes 8 e 10, CEP: 70740-700, telefone: (61) 3273 2364. Inaugurado em 10 de fevereiro de 1989, pelo mecânico José Perdiz, com capacidade para 120 lugares, é uma oficina mecânica com um espaço destinado também ao teatro. 

Tribo das Artes, CRS 508, Bloco B, loja 13, telefone: (61) 3244 4142. 

 

Author: nath
• Tuesday, August 10th, 2010

O presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad, apresentou ontem seu plano de gestão para a TV Cultura. A proposta foi entregue ao Conselho Curador da emissora. As mudanças propostas pela atual administração foram aprovadas e Sayad recebeu carta branca para atuar durante seis meses. Ao final do período o trabalho será analisado pelo conselho.

Assim, a grade da emissora deve sofrer alterações como o corte de programas como”Login”, “Vitrine” e “Manos e Minas”, que aborda o cenário hip hop,. Mas engana-se quem pensa que as mudanças param por aí! Segundo Sayad, João Marcelo Bôscoli, dono da gravadora Trama, deve comandar um programa diário de variedades com  foco em diversas vertentes musicais.

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Fonte: Folha de São Paulo

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Author: nath
• Tuesday, August 10th, 2010

*Entrevista cedida ao blog Acesso

Acesso – O que é o Pronac? Quais são suas diretrizes e finalidades?

Henilton Menezes – O Programa Nacional de Cultura – Pronac é o sistema que administra a Lei Rouanet, que tem a finalidade de promover o desenvolvimento e a preservação do patrimônio cultural brasileiro. Sua principal diretriz é garantir o acesso democrático aos recursos, levando em conta a diversidade de linguagens e de regiões do País.

Acesso – Quais são os órgãos responsáveis pela atuação e regularização do Programa?

H.M. – O Pronac é administrado pela Sefic – Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, que também abrange as secretarias do Ministério, as representações regionais, as entidades vinculadas e a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura – CNIC.

Acesso – Qual a importância do cadastramento de um projeto cultural no Pronac?

H.M. – O cadastramento serve para que o MinC conheça a proposta e saiba se a situação do proponente está regular dentro das instâncias estadual, municipal e federal. A medida possibilita que o Ministério autorize somente os proponentes que estejam em conformidade com as exigências legais.

Acesso – Como é possível efetuar o cadastramento? Que cuidados devem ser tomados? E quanto tempo demora para a comprovação da regularidade do proponente?

H.M. – O sistema, hoje, é todo informatizado. A análise está prevista para acontecer em um prazo de 60 dias, mas o MinC tem conseguido completar a avaliação em um tempo médio de 42 dias. Esse período varia de acordo com a agilidade de resposta do proponente, quando da realização das diligências necessárias para completar a análise. Portanto, é preciso certificar-se de que: 1) as informações foram preenchidas de forma clara e objetiva; 2) todas as exigências foram cumpridas.

Acesso – Quais são as principais diferenças entre os projetos propostos por pessoas físicas e os por pessoas jurídicas?

H.M. – Pessoas físicas e jurídicas possuem limites diferentes, estabelecidos pela CNIC, como o que diz respeito à situação fiscal, ao pagamento de impostos. Mas as responsabilidades diante do MinC são idênticas, o que engloba o rigor na prestação de contas.

Acesso – Como funciona a Lei Rouanet, hoje, com relação aos projetos propostos?

H.M. – A Lei Rouanet é um mecanismo de incentivo à cultura que atua mediante a renúncia fiscal do Governo Federal de parte do imposto de renda que é recolhido no País. Na prática, trata-se de uma responsabilidade tripartite: o Minc examina propostas de projetos e autoriza o proponente a captar recursos; o proponente dialoga com o investidor, no sentido de convencê-lo a se tornar parceiro no financiamento; e o investidor conta com o apoio do MinC para obter informações que assegurem seu investimento.

Acesso – Como se dá a interface entre o MinC e o investidor?

H.M. – O Minc pode viabilizar a análise dos projetos selecionados de forma mais rápida, por exemplo. A aprovação de projetos, via edital público, viabiliza a sintonia das empresas investidoras com as políticas públicas estabelecidas pelo Minc para o setor cultural.

Acesso – O Instituto Votorantim está promovendo seu 4º Edital Cultural, com incentivo vinculado ao Pronac. Na prática, como se dá a aproximação entre o edital e o MinC?

H.M. – O Minc reconhece a importância de um edital público oferecido por uma empresa privada. Isso demonstra o quanto empresas como o Grupo Votorantim têm a consciência da importância da democratização do acesso aos bens e práticas culturais. Após o resultado do edital, o Minc se compromete a tratar cada projeto aprovado com a maior celeridade possível.

Acesso – Atualmente, a Lei Rouanet está em processo de reformulação. O que se busca com essa proposta de revisão?

H.M. – A principal reforma prevista na proposta da nova lei (Procultura) diz respeito a uma maior democratização do acesso aos recursos. Afinal, a questão não é nivelar a cultura, mas, como quer o Minc, democratizar o acesso à cultura e aos recursos da renúncia fiscal.

Acesso – Como as novas diretrizes da Lei Rouanet e do Pronac poderão contribuir para o processo de democratização da cultura?

H.M. – Nesse momento, o que existe é uma proposta de mudança na atual lei de incentivo à cultura, encaminhada pelo Minc ao Congresso Nacional, que vai ao encontro da necessidade de democratizar do acesso à cultura no país. Na nova proposta de lei (Procultura), a distribuição dos recursos será feita de forma mais equilibrada entre as regiões do País e entre as diversas manifestações da cultura brasileira.

Fonte: Blog Acesso

Author: mm
• Tuesday, August 10th, 2010

Por,  Alê Barreto – Produtor Cultural independente e consciente

Não acho que temos que ser sérios o tempo todo. Podemos brincar inclusive com pequenas manias que temos no cotidiano. Muita gente sabe que eu sou brincalhão e uma das minhas habilidades é aprender a imitar as pessoas. Mas até para brincar é preciso cuidado.

Há poucos dias recebi um spam intitulado “50 razões para não se casar com um produtor cultural”. A maior parte dele reforça o que considero desvios na atividade de um produtor cultural independente.

Na área da cultura é muito comum brincadeiras pesadas que reforçam a baixa autoestima. Mas eu não concordo com isso. Acho que quem escolhe trabalhar como produtor cultural é muito gente boa.

Para que quem está começando na profissão não fique com uma imagem distorcida deste spam, criei outro spam, baseado na minha percepção do que é um produtor cultural.

Passem adiante.

Nota: após ler o comentário do leitor Carlos Soares, que esclareceu que o texto “50 razões para não se casar com um produtor cultural” foi escrito em tom de brincadeira, fiquei mais tranquilo e resolvi corrigir o meu texto acima. Suprimi a frase “(…) Provavelmente foi escrito por alguém que tem uma experiência muito ruim com alguém que trabalha com produção cultural ou alguém que odeia um produtor cultural”.

Mas continuo achando que é importante termos cuidado com as brincadeiras.

“50 razões para se relacionar com um (a) produtor (a) cultural”

1. Todo mundo fica fascinado quando descobre o que faz um verdadeiro Produtor Cultural.

2. Um verdadeiro Produtor Cultural é interdependente.

3. Se você perguntar para um verdadeiro Produtor Cultural o que ele faz, vai receber as mais variadas respostas e as mais diversas expressões, desde alguém que está feliz porque descobriu sua verdadeira vocação até alguém que se emociona ao falar sobre o sorriso de cada pessoa que participou de uma ação cultural que ele fez acontecer.

4. Um verdadeiro Produtor Cultural, mesmo quando está certo, não se prende a discussões que buscam saber “quem tem a razão”. Ele prioriza a harmonia e o equilíbrio nas relações entre as pessoas.

5. Verdadeiros Produtores Culturais não ganham dinheiro. Trabalham para gerar dinheiro de forma sustentável.

6. Verdadeiros Produtores Culturais que não tiram férias quando não sabem fazer isso, não conseguem ou não querem. Os verdadeiros Produtores Culturais aprendem que é fundamental um equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

7. Verdadeiros Produtores Culturais estão sempre atarefados e aprendem que é fundamental organizarem o seu tempo para atender as suas necessidades afetivas e a de seus verdadeiros companheiros;

8. Toda vez que um verdadeiro Produtor Cultural for a um show ele vai ter um olhar atento para a ação cultural assim como um crítico de arte irá estar atento em uma exposição ou assistindo um filme.

9. Mesmo depois de casado um verdadeiro Produtor Cultural pode escolher mudar a sua vida, mas fará esta mudança com amor, respeito e carinho com todos que fizeram e fazem parte da sua vida. É comum verdadeiros produtores culturais serem amigos de companheiros de suas ex-esposas e pais amorosos de filhos de suas namoradas.

10. Toda a festa que vocês forem o verdadeiro Produtor Cultural vai comentar no dia seguinte que foi muito bacana e que por mais que ele trabalhe em muitos shows e eventos, cada momento é diferente do outro e nunca uma festa é igual a outra. Principalmente quando está com você.

11. A comemoração de aniversário de um verdadeiro Produtor Cultural se torna uma comemoração de vitória do Brasil na Copa do Mundo, um momento inesquecível. Todo mundo brinca e não quer ir embora!

12. Os verdadeiros Produtores Culturais farão algo que a maior parte dos (as) seus (uas) ex-namorados (as) não fez: gostar de ir ao cinema com você, sem se preocupar se acertou que você gosta do filme, mas feliz que acertou que você gosta de ser convidado para ir ao cinema e que adora ir ao cinema na companhia dele.

13. Todo verdadeiro Produtor Cultural sabe utilizar telefone e não vive ansioso preocupado em querer parecer uma call center que atende 24 horas, porque “hoje em dia é assim”. Um verdadeiro Produtor Cultural sabe como qualquer outro grande profissional que educação e elegância é fundamental no uso do telefone. Desta forma, ele compreende que celulares não podem ficar ligados durante reuniões, aulas, entrevistas, gravações em estúdio, espetáculos de teatro, sessões de cinema, etc. Além disso, celulares podem não ser acessados por estarem fora de área de cobertura ou pelo fato da bateria ter descarregado. O fundamental é que sempre que recebe uma mensagem de voz ou de texto o Produtor Cultural retorna um bom atendimento.

14. Não ouse acreditar que um verdadeiro Produtor Cultural gasta seu precioso tempo comparando qual gênero de música é o melhor. Como ele respeita a diversidade cultural, é capaz de deixar você falando sozinho e sair para tomar um chopp com os amigos, que é algo mais prazeroso do que um duelo para ver quem sabe o que realmente é arte.

15. Sempre que um verdadeiro Produtor Cultural for te responder um e-mail ele vai passar alguma dica de ação cultural para você.

16. Se tem amor à vida, não compare o trabalho de um verdadeiro Produtor Cultural com nenhum outro trabalho, pois um verdadeiro Produtor Cultural sabe que seu trabalho não é melhor ou pior que outros trabalhos e não terá o que conversar com você. O trabalho de um verdadeiro Produtor Cultural é tão importante para a sociedade quanto o trabalho de um educador, de um policial, de um historiador, de um empresário, de um gari ou de um catador de material reciclável. Todas as profissões que respeitam os direitos fundamentais do ser humano são dignas e importantes.

17. Sempre que você mandar um e-mail romântico para um verdadeiro Produtor Cultural ele vai criar uma pasta para colecionar todas as suas demonstrações de afeto e vai correr o risco de perder o prazo de algum edital pelo prazer de ler os seus beijos escritos.

18. O verdadeiro Produtor cultural irá sempre convidar você para ir com ele em várias estréias ou vernissages, pois sabe que é muito prazeroso desfrutar a arte junto de alguém que ama;

19. A casa de um verdadeiro Produtor Cultural é todo o lugar onde ele se sente bem. Descubra como é gostoso viver assim.

20. O verdadeiro Produtor Cultural sabe conversar sobre sua espiritualidade, corpo, pensamento, sentimentos, prazer, sustentabilidade, dinheiro, amor, roupas, pessoas, espaços, objetos, arte, cultura, tecnologia, assuntos que se entrelaçam no caminho do seu trabalho.

21. Um verdadeiro Produtor Cultural adora ganhar carona, principalmente quando ele está acostumado a viver dependendo mais de um carro do que de suas próprias pernas e está temporariamente sem carro ou quando acha que é mais prazeroso que outra pessoa dirija. Nestas situações, ele sempre verifica se há lugar para você ir junto.

22. Verdadeiros Produtores Culturais não viajam somente em finais de semana. Viajam sempre que sua atividade de trabalho necessita. E mesmo nas viagens de trabalho não esquece da importância de se dar prazer.

23. Verdadeiros Produtores Culturais não se afetam pelo fato de terem escolhido viver próximos de pessoas interessantes e inteligentes. Ele considera que é bem sucedido porque escolheu você.

24. Um verdadeiro Produtor Cultural aprende a gerenciar o tempo de suas atividades. E quando se atrasa, traz um chocolate e um beijo bem carinhoso que acaba em segundos com a sua chateação pela espera.

25. Um verdadeiro Produtor Cultural não precisa de desculpa para ir para uma farra. Mas quando vai para farra, sabe se desligar do trabalho, o que faz com que todo mundo se sinta bem perto dele.

26. Um verdadeiro Produtor Cultural dorme e acorda conforme a dinâmica de seu trabalho, mas sabe que para ter qualidade de vida é fundamental ter um sono de qualidade.

27. Os verdadeiros Produtores Culturais vivem no mundo ao invés de viverem nos seus celulares.

28. Os verdadeiros Produtores Culturais se vestem como se sentem bem. Isso incomoda muita gente, principalmente quem acredita que estar na moda é sinônimo de trabalho sério ou de sucesso.

29. Os verdadeiros Produtores Culturais não formatam as relações como se fossem projetos. Eles se preocupam em fazer acontecer a relação. Para isso seu objetivo é cuidar de você independente de justificativa, tempo ou orçamento.

30. O verdadeiro Produtor Cultural não controla pessoas. Ele lidera uma equipe.

31. O verdadeiro Produtor Cultural prefere ocupar suas horas de lazer com um passeio pelos seus olhares e pelas suas palavras.

32. Quando um verdadeiro Produtor Cultural fala que está afim de sair você não precisa ter ataques de ciúme. Se for convidado (a), vai curtir sair com ele. Se não for convidado (a), sabe que todo mundo precisa ter seus espaços e que isso não diminui o amor que ele sempre sente por você.

33. Um verdadeiro Produtor Cultural sabe quando é importante estabelecer redes de contatos e não age como um obscecado que acha que fazer média com todo mundo é fundamental para construir uma carreira.

34. Quando sai com você, o verdadeiro Produtor Cultural te leva para conhecer lugares e pessoas que você nunca imaginou conhecer em sua vida. Sua vida fica mais interessante.

35. Um verdadeiro Produtor Cultural não relativiza tudo, pois companheirismo, carinho e amor não são sentimentos para se comparar e sim para se sentir.

36. Um verdadeiro Produtor Cultural no cinema curte o filme como qualquer outra pessoa. Mas como é de seu espírito brincar, sua ida é uma verdadeira produção. Ele primeiro vê pela internet qual filme está passando, horários, qual o cinema mais próximo, como vocês farão para chegar lá, prevê uma graninha para pipoca e para um chop quando acabar a sessão!

37. Um verdadeiro Produtor Cultural em palestra atua de duas formas. Se é palestrante, se preocupa que sua comunicação esteja sendo clara, objetiva e agradável para o público. Se é espectador, presta atenção e no momento adequado faz perguntas inteligentes.

38. Um verdadeiro Produtor Cultural sabe o momento certo de trocar contatos com as pessoas que conhece e não utiliza sua habilidade de comunicação para assediar pessoas e ser deselegante com quem ama.

39. Um verdadeiro Produtor Cultural sabe se comunicar com todos os públicos. E quando está com você, fala uma língua que somente vocês dois entendem.

40. Um verdadeiro Produtor Cultural não fala em mudanças. Ele vive as mudanças.

41. Um verdadeiro Produtor Cultural dorme bem e come bem. Muitos gostam de café.

42. Um verdadeiro Produtor Cultural trata com respeito e afeto seus amigos.

43. O armário de um verdadeiro Produtor Cultural tem a cara dele.

44. Quando um verdadeiro Produtor Cultural entende de música ou deseja aprender, pode ser músico, DJ, ou o que ele quiser. Ser Produtor Cultural é ser livre.

45. Um verdadeiro Produtor Cultural não tem obrigação de entender de moda, a menos que o seu trabalho assim o exija. Mas ser Produtor Cultural não impede ninguém de querer trabalhar com moda. Ser Produtor Cultural é ser livre.

46. Um verdadeiro Produtor Cultural tem gosto pela filosofia.

47. Um verdadeiro Produtor Cultural gosta de cinema. Muitos inclusive decidem ser cineastas.

48. Um verdadeiro Produtor Cultural aprecia o teatro. Muitos produtores culturais se tornam atores e muitos atores se tornam produtores culturais.

49. Amigos, namorado (a) e família de um verdadeiro Produtor Cultural só trabalham em seus projetos se gostarem de cultura, trabalho organizado e sustentável.

50. Um verdadeiro Produtor Cultural não reclama. Toma atitude para fazer acontecer.

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Author: nath
• Tuesday, August 10th, 2010

A partir de outubro começa a funcionar em Brasília uma universidade  aberta na área de museologia. O objetivo do Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM é capacitar profissionais do país que já trabalham em museus e que não tem formação específica. A universidade vai oferecer cursos de pós-graduação e de curta duração por meio de aulas virtuais ou presenciais.

Saiba mais

Fonte: DUO – Cultura Online

Author: mm
• Thursday, August 05th, 2010

O movimento da classe artística do DF, batizado de FAC de Dois Gumes, avançou nas negociações junto à Secretaria de Cultura que, por meio do Conselho de Cultura, acionou outras três Secretarias para ajudar a resolver o impasse.

O FAC de Dois Gumes protesta contra a posição do Conselho Administrativo do FAC – CAFAC em indeferir arbitrariamente sobre 103 projetos das áreas de Cinema, Música e Especiais – já deferidos e devidamente publicado em Diário Oficial. São mais de 15 milhões que deixaram de circular na cena cultural de Brasília. Após três reuniões realizadas nesta semana com o Conselho de Cultura e CAFAC, foi agendado um encontro de representantes do movimento com o secretário da pasta, Silvestre Gorgulho.

As reivindicações do grupo são a garantia de financiamento de todos os projetos deferidos pelo Conselho de Cultura, conforme cronograma proposto pela Secretaria de Cultura; a destinação de 0,5% das receitas correntes líquidas do GDF já a partir de 2010 para investimento na cultura local ao invés do mínimo de 0,3% previstos em lei e que o se torne sem efeito o ato de indeferimento dos projetos no FAC 2010.

Segundo o produtor Jeff Motta, que faz parte da comissão de negociações com o secretário, “o presidente do CAFAC, Gerson de Lima, afirmou que a Secretaria de Cultura se mostrou disposta a solucionar o problema da forma mais justa e transparente. Porém, é imprescindível a presença em peso da classe artística em apoio ao movimento na porta da Secretaria.”

Artistas, produtores e apoiadores de cultura:

Compareçam à mobilização amanhã, 11h, no hall de entrada da Secretaria de Cultura – anexo do Teatro Nacional.

Lutar, sempre.

Informações: www.redpro.com.br ou Jeff Motta (61) 8432-3113

Por, Espaço Terra Vermelha

Author: mm
• Thursday, August 05th, 2010

capa do ssOlha que boa nova. O livro Sarau Sanitário.com está disponível para empréstimo em todas as bibliotecas públicas do DF. E se, após lê-lo, rolar um sentimento mais forte entre você e o livro, desses que requerem exclusividade, vá até uma boa livraria e adquira o seu exemplar.

Para fazer jus à proposta do projeto, a de popularizar da Poesia, aí está o livro Sarau Sanitário.com disponível para leitura. Nas páginas a seguir há poemas sobre sustentabilidade, sobre cada signo do zodíaco, sexualidade, TPM, tecnologia. Há também poemas em homenagem a ícones como Frida Khalo, Glauber Rocha, Cora Coralina, Burle Marx, Tom Zé, entre outros mestres que inspiram a poesia de Marina Mara.

Author: admin
• Wednesday, August 04th, 2010

FAC de dois gumes 2Foi realizada esta semana, dois de agosto, na sede da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, uma mobilização contra a postura arbitrária do Fundo de Apoio à Cultura – FAC ao indeferir sobre 103 projetos das áreas de Cinema, Música e Especiais que já haviam sido aprovados pelo Conselho de Cultura e devidamente publicados no Diário Oficial do Distrito Federal de 30/06/2010.

As reivindicações do grupo são a garantia de financiamento de todos os projetos deferidos pelo Conselho de Cultura, conforme cronograma proposto pela Secretaria de Cultura; que o GDF passe a destinar 0,5% das receitas correntes líquidas já a partir de 2010 para investimento na cultura local ao invés dos 0,3% atuais e que o se torne sem efeito o ato arbitrário de indeferimento dos projetos no FAC 2010. No encontro foi distribuído um modelo de recurso administrativo para os proponentes que tiveram seus projetos indeferidos.

O encontro contou com a presença da mídia e cerca de cinquenta representantes da classe artística, entre produtores e artistas. Segundo o produtor Jeff Motta, “esta é a hora da classe se unir e propor uma saída para o impasse de forma a beneficiar a todos, principalmente a sociedade que sofre com a falta de acesso à cultura de qualidade. Não é interessante que grupos isolados ajam de forma independente, pois mais que nunca nossa união fará a nossa força, fará a nossa voz”.

O grupo está em fase de negociação com as autoridades da Secretaria e espera em breve retornar com notícias positivas para a arte e a cultura do Distrito Federal.

 

Por, Espaço Terra Vermelha